domingo, 19 de dezembro de 2010
The last of the year.
Desculpem-me.
Beijos. Obrigada.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
The older dream
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
The Deep Sleep
Agora ela esta na fila para comprar um ingresso para a sua peça. Ela quer comprar na primeira fila, na primeira cadeira. Dessa vez, ela não participara em nenhum dos atos, mas assistira da melhor maneira. Ela esta de perto, e ao mesmo tempo de longe, você só olha pros lados, e eu sei que a observa. Já perdeu o controle duas vezes, mas ela já garantiu que a terceira não existirá. Seus rodeios ela tenta evitar, para não se envolver denovo neste grande teatro. E quando tudo acabar, ela vai aplaudir de pé, virar as costas e sair. Encostar a porta e dizer "agora já posso dormir" , pois não é vendo seu fracasso que ela se sente bem, é vendo as consequencias te cercarem, te ilharem e fazerem você se arrepender. E como um doce pesadelo, quando ele acabar só alguém sairá sorrindo, e dessa vez não é você. E depois disso ela beberá, mas não para afogar as péssimas memórias, e sim pra comemorar a melhor vitória. E assim, afirmar que ela tinha razão. É como a chuva, ela aparece mas ela logo vai embora, e tudo fica claro e nítido.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Turn it off
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Everythings
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Overlap
Os pequenos detalhes eu sei que ela percebia. O sorriso, eu sei que ela o adorava. A mentira, ela desconfiava. O cabelo, ela observava. O caminhar, ela conhecia. A voz rouca e falhada, a brincadeira que a fazia rir, o seu abraço era sinônimo de proteção. A marca no canto do seu rosto, o seu jeito de respirar, e até o olhar abaixado, obliquo de ressaca. O poder de achar que sabia esconder os detalhes, dele. A ilusão de achar que, mesmo que ela duvidasse, ele jamais escondesse dela. Na grama eles se sentam, ali mesmo eles questionam um ao outro. Por quanto tempo mais duraria?! Aquelas mentiras, aqueles desejos, e mesmo assim o afeto ainda era perceptível. Caminhavam um ao lado do outro, cada um em seu mundo, cada um com seu pensamento, por mais que juntos ali estavam, eram opostos. A paz dela, era sentar e olhar o quão bela e viva era a lua, a dele envolvida e queimada na seda. Se esconder em mentiras pareceu fácil para ele, descobrir a verdade foi o fim para ela. Caracteriza-se em palavras e em atitudes, julgado por atos e indolências.
Sentada em meio do nada, ela sente a pureza do ar, e se pergunta se tudo aquilo valeu a pena. Hoje ela vê de um ponto de vista diferente, observa cada vírgula e contradição do contexto, ela derramou lágrimas em vão, cometeu loucuras, fez promessas que por ela seriam cumpridas. Ela se deitava a dormir e lembrava-se de tudo, ela acordava e lembrava-se de tudo. Ela andava pelos lugares, e lembrava-se de cada palavra, de cada beijo que havia acontecido. Mas com o tempo, ela deixou isso para trás. Com o tempo, criou-se um passado, não tão passado assim. Ela continua seguindo, e por mais que a tristeza volte, ela sabe que um dia o sorriso vem e a velha magoa se vai. Apenas olhando a Lua, apenas isso. É sempre possível seguir em frente, mesmo que você tenha que parar. E mesmo assim, o mundo não para para você, continue independente de cada momento, de cada lágrima. Apenas isso, nada será para sempre, muito menos ao acaso.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
the heart doesn't beat
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Where are the true?
sábado, 6 de novembro de 2010
New Perspective
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
The old window
Uma menina que sempre acreditou que tudo ia dar certo, que as pessoas eram verdadeiras. Confiou em diversas promessas, e agradeceu varias vezes por acha tão boa aquele jeito de viver. Ela achava que conhecia o amor, e achava que havia conhecido quem estaria para sempre do lado dela. Deu tanto valor, doou-se de corpo e alma, sem qualquer tipo de exagero, estava disposta a passar por qualquer dificuldade ao lado do seu verdadeiro amor. Uma menina,... Apenas conhecia a ilusão. Ela rememora o embaçar da janela,... Ela chegava bem perto e escrevia seu nome e o dele dentro de um grande coração. E deixava ali,... Por achar que conhecia o que era eterno.
Mas como tudo, o tempo passou. O que era certo começou a dar errado, pessoas que se diziam verdadeiras, se tornaram cruéis e mentirosas. Promessas nunca chegaram a ser cumpridas, ela já percebia e achava que não tinha mais o que agradecer. Ela reparou que não conhecia o amor, e que o eterno é até quando duram as verdades. Não adiantou se entregar ao sentimento, se quem ela havia criado um enorme afeto não a deu valor, e deixou tudo para trás. Iludida e devastada. Hoje, ela já não escreve o nome dele dentro de um coração na janela embaçada. Ela apenas escreve o dela, pois ela percebeu que só ela saberá que as verdades vêm dela. E mesmo que o tempo venha e aquela janela seja apagada, ela saberá que ela sim, mesmo que sozinha, buscara e conquistara o que ela quer. O cansaço te rodeia, as mentiras te consomem, tua vida se torna vaga, e você... Passou. Assim, como qualquer nome escrito no vidro da janela, ela percebeu que não importam os nomes, nem o momento, e nem mesmo quando prometerem eternidade, isso não existe. Ela apenas vai acreditar que depois de todas as quedas, e de todas as reerguidas, é que a vida continua. Indiferente de como ou com quem, você vai continuar. Porque não é o fato que diz como você deve viver, você que não vai querer viver assim. Mas um dia agente aprende, que o que é de verdade pra sempre vai estar com agente.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
To try, once more.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
I believe, i live and i can.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
The lost heart
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
From your little soul ...
Eu me perdi. Perdi-me diante do indagar comigo mesma, ao ponto de enganar com mentira. Corrompi-me por algo vão e cheio de contradições. Envolvi-me em palavras frias e não sóbrias. Complexo ao ponto de se sentir alucinada e entorpecida, simples à maneira de ser definido em duas palavras. Mentes atormentadas, palavras que não saem sem ser atrapalhadas, pessoas quais mal conseguem se manter. Verdades são consideradas exageradas, a falsidade então, se torna normal. Gente que esta perto da perdição e ao mesmo tempo da lucidez, gente que não sabe se ama ou se apenas esta enganando o tempo, gente que não é gente. Eu já não falo pelo meu ponto de vista, quem vê como eu vejo pode enxergar a clareza dos fatos, e o raciocínio pode encontrar o caminho para estar ali. Efemeridade é para quem já correu risco, quem já apostou em algo e perdeu sem mesmo saber os motivos, quem já sofreu sem nem conhecer o que é amor. Diante do mar, não só eu, todos podem perceber, todos podem olhar, a maresia esta em alta, se a onda for grande você se torna pequeno e é arrastado, tenha cautela, seja forte o bastante para não ser levado. Em um mundo onde os loucos são os sãos, nunca se sabe quem é de verdade, nunca se sabe o que te faz bem ou o que te faz mal, em mundo que tudo é perigoso e atormentado, tudo é poderoso e incalculável, nunca se sabe. Eu apenas queria dizer que em palavras esta complicado descrever o que me consome, está complicado observar e ficar em silêncio, talvez eu deva até falar, mas tenho medo de tornar tudo isso em uma grande tolice. Eu deveria falar, deveria clarear o que acontece, mas se nós não temos a capacidade de observar cada coisa, deixa-te, você observará sozinho, mesmo que de longe eu suponho. Nossa falta de capacidade, de dignidade,... A simples falta de um ser, um ser que te faz bem de verdade, mesmo que sejamos nós mesmos.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
I won't look back
sábado, 9 de outubro de 2010
Reviving the beginning
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
We are lost in the sky,
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Maybe, i didn't forget
"... e fotografias agente tirou, de momentos que eu não vou mais esquecer, da gente a tarde inteira, olhando a tarde inteira passar, até o anoitecer, ... "
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
The life without the sun.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
When the rain comes...
De tudo eu sei que restarão três coisas, porém não sei definir quais três coisas, hoje eu creio em um ideal, amanhã esse ideal pode ser tornar inútil, e assim eu amadurecerei e buscarei outro caminho. Eu procuro definir em palavras, mas já não encontro as palavras para serem definidas. Mas já sinto que tudo passou, e agora posso sorrir e ter paz. Mais do que tudo, mais do que antes, lhe garanto que um busquei um alguém, porém esse alguém não existiu, não dentro de você. Hoje procuro um outro alguém, mas vou deixar que o tempo guarde este alguém para mim, não importa se vai ou não demorar, mas até lá eu vou esperar. Sei que será preciso errar, e logo reconhecer o erro para não perder tempo denovo, porque chorar duas vezes pelo mesmo fato, já é falta de maturidade. Eu apenas quero lhe dizer que, se você se importa ou não, eu já não quero nem te ver, porque a indiferença te rodeia. E minha alma, já esta em paz comigo mesma. Obrigada chuva, ... obrigada por levar embora contigo a dor do erro, e trazer pra mim o sorriso, por mais que efêmero.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
I walked alone and barefoot
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Learning to live without the moon
Eu observei a lua, ... é nela que confio. Sei que ela volte no outro dia, independente do que aconteça, sei que ela mudará, porém ainda será a mesma, sei que ela ilumina a escuridão por mais deserto que esteja. Eu aguardo o entardecer, aguardo o escurecer, e logo vejo surgir, e clarear, eu a olho e sei que nunca estou perdida, sinto que pode me ouvir, mesmo sem poder falar. E de lágrimas ela já esta húmida, porém não me da motivos para chorar. Lua, porque você sempre esta ai? O mundo esta em guerra, ... e você continua a observar. Me acalme sempre, estou segura de que você volta,... eu sei. E quando a névoa a cobre, demora pouco para ela se livrar. Mas a minha Lua já não é mais assim. Agora, ela esta clara, e bem visível, e apenas me traz o sorriso, mas ela já esteve quase imperceptível, eu a procurei e cheguei a dizer que ela havia me abandonado, mas não, ela sempre esteve ali. Eu que criei a névoa, ... e sei que posso soprá-lá. Porém, Lua, te peço que não se esconda atrás das nuvens, não deixe que a escuridão lhe apague, ou que a névoa volte, pois já não tenho o vento para sopra-lá para longe. Continue assim, nítida e clara, por favor. E dentre as simbologia, não creia nelas, creia em si, acredite que indiferente do que aconteça a essência é sempre a mesma, você estando só ou não, e que as estrelas apenas brilham, e perto de você elas se tornam pequenos detalhes. Eu pude crescer diante das lágrimas, e vejo que agora que mudei sou capaz de enxergar a verdade, por mais distinta que seja. Já não preciso de alguém aqui, ... na verdade, ... eu ainda não me acostumei sem esse alguém, por mais que demore eu sei que tudo foi uma breve história que deve ser deixada para trás.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
The Sun Goes Down
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Three Words
terça-feira, 7 de setembro de 2010
The Garden of Roses
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Don't follow me.
sábado, 28 de agosto de 2010
Sit and watch,
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Without smiles, maybe again.
Deve ser isso o meu apego ao passado, minhas lembranças, meu lugar seguro. Não me arrepender talvez seja um grande ponto qual me faz bem, tudo que foi bom, e até o que foi ruim me fez bem. Eu aprendi que as vezes, os sentimentos falam mais altos, a razão é deixada para depois e a vida,... ainda é um ciclo, onde além de nascer, crescer e morrer, nós aprendemos a amar, e de um jeito ou de outro, aprendemos a perder, não importa como, com quem, ou aonde, o que importa mesmo é o fato de lidar com isso, e eu afirmo que eu ainda não conheci o lado da contradição. Talvez eu deva esquecer que o tempo não esta passando tão rápido, e nem devagar. O tempo esta passando de acordo comigo, aos poucos.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Cause it's true, i'm lost.
Sim, eu entendo a frase. Apesar de não entender algumas coisas, ainda consigo compreender que tudo passa, até o que foi bom passou, o presente não esta bom, mas ele vai passar, e viram coisas boas, pois a positividade me rodeia, e não importa o que os outros pensam, estar feliz comigo já basta. Gostaria de dizer que estou bem, porém não vou omitir os fatos. Não sei oque pensar, não sei nem o que dizer, muito menos como agir. Só sei que não queria que fosse assim, mas não depende só de mim. E tudo ficará melhor, eu sei . Talvez eu deva esquecer que é cedo o bastante para firmar incertezas, e tarde demais para abrir o coração.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
The wind
Eu acredito que este vento me fez bem, e sei que é difícil ele voltar, mas te peço desculpa e ao mesmo tempo te agradeço. Eu não queria que esse vento fosse forte à me derrubar, mas não queria que fosse fraco para eu não parar de sentir. Porém a busca do meio-termo enfraqueceu o vento. E ele passou, eu não vi passar, mas posso sentir sua ausência. Forte e passageiro, foi assim que você foi. Vento, não se importe por eu chama-lo de vento, não sei se é uma comparação inútil ou indiferente. Mas é assim que sinto que você foi, ... como o vento.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
I will never forget, i will never regret.
Fábio Renan, ou Dae Han, como preferir. Eu o agradeço por esses mais ou menos, 6 meses de amizade. Obrigada por me fazer sorrir, por me escutar, por me dar conselhos, por me fazer uma boa ouvinte, por fazer piadas com meus erros gramaticais ou até por atitudes inúteis da minha parte, obrigada. Obrigada até por estar aonde eu ia, ficar as vezes na praça ou até mais tarde na escola comigo, obrigada por estar presente, eu só tenho a agradecer. Me desculpe se te chateei, se fiz piadas toscas e dispensáveis, desculpa se fui burra demais alguma vez, desculpa se te fiz esperar, desculpa se não te esperei, me desculpe por qualquer coisa que tenha te feito mal. Esses 11 meses longe de você, serão difíceis, serão vazios de certa forma, terá um espaço só seu, que só você poderá ocupar. E eu te esperarei, você pode ter certeza. Amizade que nem a sua é rara, é ouro, e nem por isso a vendo! Eu te prometo eternidade, mesmo que tenha passos em vão, olho de um vesgo só, que jesus é pai, ou que meu Deus. Não importa, te garanto que ela só ficará mais e mais forte, e a distância não atrapalha em nada, nem o tempo. A saudade será a maior prova de que o tempo de duração dessa amizade, compensou e muito. Obrigada por eu poder te contar nos dedos, por que os amigos de verdade são assim. O distância nos separara, mas nada irá quebrar isso. Eu juro. Obrigada por tudo Fábio, e me desculpe por tudo.
Talvez eu deva esquecer que ele vai amanhã e durante 11 meses estaremos separados. Você nos Estado Unidos, e eu aqui no Brasil. Eu te amo, e é a segunda vez, em 5/6 meses que te falo isso, me desculpe se não falei e deixei isso claro, mas pra sempre você será o meu grande amigo. pra sempre! ( Dedicado para: Fabio Renan ou Dae Han )
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Maybe i should forget II ( to be)
Sim, o ódio é próximo do amor, eu posso odiar hoje e amar amanhã.
Mas talvez eu ame hoje, e odeie amanhã.
O mundo gira conforme o contexto, e eu sei que ele não vai parar mesmo que eu esteja quebrada.
Eu ainda continuarei, mesmo que em pedaços.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Talán kéne elfelejteni (twenty-third)
Eu preciso de um tempo só para mim. Um tempo onde todas as luzes se apaguem, e eu possa-me sentir segura. Em um lugar não muito distante, não muito frio. Um lugar onde eu possa escutar o vento batendo nos galhos das arvores, onde o silêncio da minha alma seja o barulho mais alto. Eu não quero muito, eu aprecio a pureza do sorriso, a paz que você pode me dar, e é simplesmente o que eu preciso. Eu não quero ser egoísta, nem uma pessoa fechada, o que eu preciso é de um tempo para mim, um tempo para o mundo em minha volta. A essência talvez não exista agora, ela só pode ser sentida quando você olha no fundo dos meus olhos, e parece até que você pode ler minha mente. Meu orgulho me vedou de diversos momentos, o meu medo me proibiu de diversas formas, mas meu coração ainda bate minha respiração ainda é profunda, minha alma por enquanto é límpida.
Meu pensamento é o mesmo sempre, mas não será o mesmo para sempre, eu sei disso. E por mais que eu saiba da verdade, pelo tempo que for eu sei que vou seguir o meu desejo. Por mais que seja efêmero, louco, incessante,... Eu vou continuar. E nunca vai ser tarde, nunca será fácil, nem impossível, é só tentar, é buscar, é ao menos crer que posso ter, porque mais tudo, o que me resta sou eu mesma. Eu quero só que as luzes se apaguem, e que mesmo assim, eu possa enxergar os seus olhos, e sentir o seu coração, assim eu fecho meus olhos, e saberei que encontrei minha razão. Só que as luzes se apaguem,... E mesmo assim, eu possa dizer e sentir que te amo. Só isso e mais nada... Talvez eu deva esquecer tudo, exceto o que tenho certeza, mesmo sem ter que ouvir ou falar.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Mungkin aku harus melupakan (twenty-second)
As palavras não aparentam ter sentidos. Aliás, elas não precisam de sentido, somos nós que precisamos de atitudes. Querer fazer diferente, ser diferente, é o que hoje em dia todos buscam. Mas porque?! Porque simplesmente é legal ou descolado?! Ou talvez, o que o orkut diz sobre você?! Que você é 90% legal, 90% sexy e 90% confiante?! Ou você ainda tenta se descrever no “quem sou eu”. Nós não somos dignos de palavras que nos rotulam, porque vivemos mais para agradarmos as opiniões alheias do que as nossas razões. A possibilidade de acreditarmos em nós mesmos é tão mínima quanto não nos iludirmos pelo menos uma vez. E dói ouvir um adeus, sabe aquele adeus que você ouve e percebe que não pode simplesmente fazer nada? Apenas iremos sentar e observar a ida do que achamos que era eterno. E as palavras, mais uma vez, não terão sentido diante de tal situação. Eu queria poder fugir, talvez dizer adeus para tudo, porém nada parece querer me dizer adeus, não consigo me desapegar dos momentos calorosos e cativantes quais vivi. É, eu apenas não deixo-os para trás. E as pequenas coisas, sim, elas fazem a maior diferença. Eu sempre tentei, sempre acreditei que a vitoria viria um dia, por mais que doesse por mais que demorasse por mais que parecesse não ter fim, eu sei e espero até hoje. E o eterno é questão de vida, pois da vida te afirmo três coisas. Você vai chorar, você vai sorrir, e depois de um tempo tudo isso ira com você, embora, pois a morte te espera logo adiante. E eu sei disso, e nem por isso temo. Nem por isso vou deixar de buscar o meu sorriso, porque enfim ele é uma das certezas. Talvez eu deva esquecer o pessimismo e acreditar que posso mais do que penso, pois ainda não sou digna de palavras.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Äkki ma peaks unustama (twenty-first)
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
B'fhéidir gur cheart mé dearmad ar (Twentieth)
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Beharbada, ahaztu egin behar dut (eighteenth)
terça-feira, 13 de julho de 2010
Bəlkə, unutmaq lazımdır (seventeenth)
domingo, 11 de julho de 2010
Miskien moet ek vergeet (sixteenth)
Eu errei, eu sei. Eu procurei algo que talvez nunca existisse. Minha vida sempre foi feita de objetivos, eu não vi que os objetivos se tornaram minha vida. E hoje vivo além de qualquer perspectiva, não sinto necessidade de esbarrar meus sentimentos, mesmo quando efêmero. Sonho além de qualquer realidade, mas vivo além de qualquer idealidade. Sorrio além de qualquer tristeza, choro mesmo que de alegria. Busco além do impossível, porque do possível já estou enjoada. Tenho atitudes além de palavras, porque sinceramente eu cansei de apenas ouvir. E o arrependimento não existe, o que existe são as conseqüências, mesmo que tristes elas sejam, são para algo chamado de “nosso bem”. Se acostumar a perder?! Isso não existe, o que existe é a desistência, que quando usada em vão não ajuda. Viver de loucuras, provar as piores essências, sentir os melhores sentimentos, e as piores dores. Experiências eternas, medo inexistente, porque sorrir é independente. Viver se resume em intensidade, se resume em amor a vida. Se você ama você vive, mas se você ama intensamente é eterno. Porque ter juízo só os fracos precisam, pois viver é maior que qualquer raciocínio. Talvez eu deva esquecer o que me machucou, isso é pequeno demais para as minhas fortes emoções.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Potser hauríem d'oblida (fifteenth)
Eu poderia ter desistido, mas preferi correr atrás. Eu poderia ter derramado lágrimas, mas preferi segurá-las com o sorriso. Eu poderia ter dado diversas desculpas, mas preferi encarar os fatos. Eu poderia ter mentido, mas preferi sofrer com a verdade. Eu poderia não ter sonhado, mas preferi me iludir. Eu poderia ter ouvido opiniões alheias, mas preferi ser eu mesma. Eu poderia ter evitado, mas preferi arriscar. Eu poderia não ter te amado, mas preferi me entregar. Eu poderia não chorar, mas preferi deixar as lágrimas lavarem a dor. Eu poderia não me arrepender, mas preferi não pensar nas conseqüências. Eu poderia não sentir saudades, mas preferi fazer valer à pena. Eu poderia ter sentido todas as essências, mas preferi sentir o medo. Eu poderia ter fugido, mas preferi ficar pra assistir o fim. Eu poderia errar de novo, mas preferi aceitar a experiência. Eu poderia acreditar nas hipóteses, mas preferi trabalhar com as certezas. Eu poderia ter muitos colegas, mas preferi os verdadeiros amigos. Eu poderia chorar ao ouvir um não, mas preferi não dar atenção. Eu poderia querer um anjo, mas preferi ser o seu. Eu poderia acertar ou errar, escolher ou optar, mas sinceramente eu preferi ouvir o meu coração. Talvez eu deva esquecer que de sentimento o dicionário não entende nada.
sábado, 26 de junho de 2010
Ehkä minun pitäisi unohtaa (fourteenth)
E me sentir bem é confuso, tudo dar certo é confuso. E a melhor fase das nossas vidas talvez seja aquela onde agente guarda as melhores lembranças, e temos uma base. Temos pra onde correr se der tudo errado, temos pra onde fugir mesmo querendo ficar. E jogar tudo pro alto não é a solução, a solução é você quem faz. Sentimentos confusos, o medo de se entregar, mas esse é o problema. Se não nos entregarmos mais uma vez à um sentimento puro, como nós teremos certeza que vai dar certo ou errado?! Hoje é presente, ontem já é passado, e oque resta são lembranças. Vou arriscar, vou buscar minha base, minha segurança, meu sorriso , e minha felicidade. Mesmo se no final eu pareça estar sozinha, eu sei que não vou estar, e tudo vai passar. E começar de novo, é uma experiência nova, vou me entregar de novo, mas concerteza ainda vou pensar no passado, e vou esquecer. Porque é passado, são lembranças, o que me resta é o agora, o presente. E mais uma vez, vou correr atrás de um desejo meu, e eu ainda terei a certeza de que não é efêmero. Talvez eu deva esquecer a conclusão, e pensar mais no instante, agir de forma indiferente e o amor assim falará mais alto.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Poate ar trebui să uităm (thirteenth)
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Mungkin aku harus melupakan (twelfth)
E amar nunca é errado, porém nós confundimos amor com paixão, amor com idealização. Nós devemos saber que ou agente sempre amou, ou agente nunca sentiu sentimento algum, pois o verbo amar, não se conjuga no passado, porque tudo que é verdadeiro dura, e muito. E se a sinceridade existir, não a trate como grosseria, pense antes de agir, pense antes de falar, porque os sentimentos dos outros são que nem os nossos, também se machucam. Dar valor as pequenas coisas, sentir saudades dos melhores momentos, porque agora que eles passaram e o que resta é lembrança. Talvez eu deva esquecer que se magoar não é incoerente, mas desculpar sempre é a solução.
sábado, 19 de junho de 2010
Ndoshta unë duhet të harrojmë (eleventh)
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Måske skulle jeg glemme (tenth)
E se o mundo te der motivos pra chorar, pode ter certeza que existe mais de um pra você sorrir. E tudo é um conto de fadas quando é idealizado, seja realista, e acredite no amanhã porque é ele que fará de nós pessoas melhores. Prove das priores às melhores sensações, talvez assim você descubra o motivo do seu sorriso. Chorar já não leva a nenhuma conclusão pois o seu maior motivo pra viver ninguém sabe, e sempre guarde ele com você. Talvez eu deva esquecer que os piores sentimentos são as experiências mais profundas.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Belki unutmak gerekir (ninth)
As pessoas desconfiam uma das outras, e usam as piores desculpas para justificar os erros mais comuns. Se o mundo tivesse mais sinceridade, se o mundo tivesse mais razões para transmitir confiança, talvez o ideal existiria. Talvez o amanhã não fosse uma duvida, ou até o eu te amo não fosse dito tão em vão. Ame mais do que as palavras descrevem, vá além do impossível, porque o possível sempre enjoa. E se você encontrar seu ponto fraco, não faça dele uma derrota. Busque a base, busque a solução, busque sempre mais e mais. E todos nós sabemos, que felicidade é mais do que nós vivermos bem, é ter um amor que não se mede, um motivo ou uma razão pela qual nós vivemos. Talvez eu deva esquecer que o passado já não faz a menor diferença.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Možda bih trebala zaboraviti (eighth)
Saber conviver com dificuldades, e supera-las. Poucos que conseguem viver assim, mais que palavras bonitas, a vida é a nossa rotina, o nosso sorriso, o nosso amor, a nossa sensibilidade, a nossa lágrima, a nossa felicidade, a nossa tristeza. Mais que tudo a vida é feita por nós, faça da sua vida a melhor possível, porque ela é feita de momentos, hoje pode estar tudo bem, amanhã você já não sabe. Idealizar é infantil, imaginar o perfeito é uma piada. Talvez eu deva esquecer que as barreiras são criadas a partir da irrealidade.
terça-feira, 1 de junho de 2010
Jag kanske skulle glömma (seventh)
E se agente encarar a vida como uma meta, viveremos sem medo, sem dor. Aprenderemos a amar, e a valorizar os sentimentos. E saberemos esperar mais dos outros, confiar mais nas pessoas, e sentir que elas confiam em nós. Nosso amor terá mais intensidade, e nosso sorriso será verdadeiro. Nossas Qualidades serão visiveis, e a nossa paz marcante. A vida, é um caminho longo, não podemos agir de maneira indiferente, nossa vida não pode ser um rascunho, não teremos outra chance de passa-lá a limpo. Talvez eu deva esquecer que a vida é alem de tudo o meu desafio.