terça-feira, 7 de setembro de 2010
The Garden of Roses
Imagine-se em um jardim. Sente-se na grama, feche os olhos, sinta a brisa... Ouça o barulho do vento, tente dormir, porém se sentirá incomodado pelo sol nos olhos, mesmo eles estando fechados. Abra os novamente. Olhe para o céu, e encontre a sua paz, o céu esta azul, está puro. Levante-se, olhe aos lados, veja que não há ninguém olhando para você, ande ao lado da roseira, e pegue uma rosa, porém tenha cuidado, a rosa por mais bonita, perfumada e atraente ela tem espinhos, e ela os tem para espantar os predadores. Sim, ela também tem medo de morrer. Segure a, e imagine que o amor esta em suas mãos, mesmo podendo te ferir com os espinhos, ele aparenta ou simplesmente te traz paz. E já não importa o que os outros digam, por mais que a rosa pareça murcha, ou esteja esbranquiçada, para você, aos seus olhos, ela ainda é a rosa mais pura e mais bela, e você sabe que se um dia ela morrer, você voltará a este jardim, e então encontrará outra, e se acontecer de novo, se você se machucar com os espinhos, ou ela murchar antes de você cultivá-la, você se apresentara em um jardim novamente, até que então você encontrará a sua rosa, ela terá imperfeições, mas para você serão apenas detalhes que a tornam única. Apenas tome cuidado, para até lá não se arranhar demais entre as rosas, machucar-se e não conseguir escoar o sangue, apenas tome o devido cuidado. E não se iluda, pois ela também terá o medo de morrer, e você pode até mata lá. Torne as idas ao jardim, uma experiência, um recomeço, e até a chegada ao fim, porém não se esqueça quem mata também pode morrer. Cultivar talvez seja o segredo da sua rosa, ou do seu amor.
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