"> Mudar nome.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Turn it off

Ela está sóbria. Calma, o bem esta perto. Sua voz esta falha, o medo é tão perceptível, ela precisa esconder. Seu olhar é baixo, se desvia dos olhos de quem a observa. Perdida em tantas palavras, em meios quais ela não sabe como sair dali, ela se sente encurralada. Ir ou ficar, partir ou voltar ... ela não entende mais nada. Quando ele chega, ela prefere partir. Se ela não tem essa oportunidade se cala, se sente perdida e tola. Ela não olha no olhar dele, não mais ... quando ela olhou só encontrou perdição, e terror. Ela queria dizer muitas coisas, mas ela preferiu ficar em silencio. Ela não omitiu, mas soube onde era seu lugar. Andou por tanto tempo cabisbaixa, e hoje sabe o tanto que perdeu. Ela não queria um beijo seu no rosto, ela queria no seu olhar daquele jeito que só você sabe. Ela queria seu sorriso, mas pra ela você só mostra o falso. Hoje, ela não queria sua presença, sua incoveniencia, sua impetulância, seu envoltar, seu rodeio. Ela não queria você, ela queria o alguém que ela conheceu à 7 meses atrás. Traga um copo da pior bebida, da mais amarga, da mais concentrada, da mais forte, da mais nauseante, da que queima, da que mais arder. Ela quer afogar as péssimas memórias, mas ainda não encontrou o veneno mais peculiar à este trabalho. Ela dentre todos os acontecimentos, se encontra em um ultimo ato. O ato de dizer que o que se foi, não volta. O que foi bom, hoje é péssimo. O que já foi novo, se tornou velho. E o amor, como uma dose de Rum, foi doce no inicio e amargo no final. 

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