"> Mudar nome.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Don't follow me.

Eu ainda vou fugir e dizer que não volto mais, roubarei um carro, encontrarei meu destino, mandarei o mundo se foder, e não estarei nem ai pra nada! Falarei que nunca amei ninguém, contarei mentiras para não descobrirem da onde vim, falarei que futuro é para os trouxas, e afirmarei que não preciso sorrir. Direi que o mundo é para fortes, mas me tornei fraca, farei milhões de promessas e cumprirei apenas uma, prometerei que nunca mais vou chorar, e proferirei que as lágrimas são inúteis. Omitirei alguns fatos, passarei tempos sem falar com ninguém, lerei um livro de trás para frente, só para ocupar meu tempo, e esquecerei tudo em um instante. Depois de um tempo perceberei que tudo que fiz foi em vão, e que eu posso até fugir, mas o que eu realmente sou e o que eu realmente amo, estarão para sempre no meu coração. 

sábado, 28 de agosto de 2010

Sit and watch,

Eu observei tudo. Eu sentei em uma cadeira, e fiquei olhando quem passava, não falo apenas das pessoas, falo também dos sentimentos delas. Parada ali, olhando para os lados, vi que as pessoas estão apressadas, as vezes calmas, algumas procuram tempo, outras estão perdidas, e há aquelas que apenas passam. Há pessoas que estão sorrindo, outras sérias, a maioria parece não estar dentro de si, e não percebem que eu estou as observando. Tem gente que ali, talvez queira se desmanchar em lágrimas, por ali também passam casais de mãos dadas, na maioria das vezes, ela sempre esta sorrindo, e ele a abraça correspondendo. Onde eu estava, dava pra ver quem ia e vinha, dava pra ver as árvores e os pássaros, eu consegui perceber a conversa de quem estava próximo a minha mesa, mas não prestei muita atenção, eu queria observar a mim mesma. Parei, de observar, e fechei os olhos. Senti, que estava olhando para mim. E o que eu sentia? Todos eles também estavam sentindo, mas e eu? O que tem dentro de mim? Será que apenas sei observar os outros e esqueci de mim?! Não. Eu sei, que eu estou passando por uma parte difícil, e também posso observar que ainda não esqueci o que passou, e lá no fundo eu queria que tudo voltasse a ser como era antes, ali no lado do coração ainda resta afeto, e eu posso sentir ele pulsar, e me tornar viva diante de tudo que estou passando. O que aconteceu é só a consequencia, e sei que minha alma zela pela paz comigo mesma, porém esta difícil eu tê-la. Posso ver que tenho medo da esperança se tornar ilusão, e que meus medos já são poucos diante da felicidade, meu sorriso parece difícil de aparecer, e você ... você ainda esta no meu pensamento, e sei que não é tão cedo que vai deixa-lo. Observa-te o redor, observa-te a ti mesmo, as essências existem, basta encontra-las dentro de você. Talvez eu deva esquecer que somos pessoas apenas por fora, pois por dentro somos a verdadeira face. 

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Without smiles, maybe again.

A saudade não some. E ela não é causada pela distância, ou pelo tempo sem ver algo. É questão de sentir, por mais que eu esteja perto de alguém, e esse alguém consegue ainda sorrir,  e você mal olha nos olhos dessa pessoa pelo simples fato de temer o olhar que sempre te fez bem. A estranheza que surge as vezes, talvez seja porque a minha rotina tenha sido quebrada. Ou melhor, algumas acções da minha semana tenham que se dizer esquecidas, não por eu querer. Mas por dever. É difícil entender algumas coisas, talvez elas não foram feitas para serem entendidas mas eu ainda insisto em compreende-las. Eu não sei, tenho tantas duvidas, tantos poréns. E as vezes não poder sentir algo é tão ruim, não é puro, não é efêmero, eu não sei o tempo que isso dura, mesmo passando por isso outras vezes, eu não tirei conclusões.
Deve ser isso o meu apego ao passado, minhas lembranças, meu lugar seguro. Não me arrepender talvez seja um grande ponto qual me faz bem, tudo que foi bom, e até o que foi ruim me fez bem. Eu aprendi que as vezes, os sentimentos falam mais altos, a razão é deixada para depois e a vida,... ainda é um ciclo, onde além de nascer, crescer e morrer, nós aprendemos a amar, e de um jeito ou de outro, aprendemos a perder, não importa como, com quem, ou aonde, o que importa mesmo é o fato de lidar com isso, e eu afirmo que eu ainda não conheci o lado da contradição. Talvez eu deva esquecer que o tempo não esta passando tão rápido, e nem devagar. O tempo esta passando de acordo comigo, aos poucos.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Cause it's true, i'm lost.

Hoje, talvez eu tenha entendido a tal frase " ou você sempre amou, ou você nunca amou". Acho que quando agente bate os olhos nela, nosso olhar encontra o sentido de não conjugar o verbo amar no passado. Agente tem a mera ilusão de que, quando você ama , você ama pra sempre, mas não. Nós podemos conjugar o verbo amar no passado. Só não podemos enche-lo de falhas e contradições. Como as pessoas podem tratar "eu te amo" como " prazer em conhece-lo"!? Virou tão romântico falar "eu te amo", que é como se você falasse " guarde a louça!". As pessoas se confundem, e nos confundem. Eu sei que eu amo, e não acredito em amor só de pai e de irmãos. Porém, sei que ainda sou jovem o bastante para dizer que o encontrei. Mas eu posso conjugar o amar, no passado e no presente, no futuro ainda não. Eu sei que não preciso mais do felizes para sempre, basta o felizes agora, e se eu estiver sorrindo não significada que meu estado de espirito é feliz, talvez seja uma mascara, não sei se ela pode cair, como tem caido ultimamente, só sei que não quero tornar tudo em lágrimas e desapego. 
Sim, eu entendo a frase. Apesar de não entender algumas coisas, ainda consigo compreender que tudo passa, até o que foi bom passou, o presente não esta bom, mas ele vai passar, e viram coisas boas, pois a positividade me rodeia, e não importa o que os outros pensam, estar feliz comigo já basta. Gostaria de dizer que estou bem, porém não vou omitir os fatos. Não sei oque pensar, não sei nem o que dizer, muito menos como agir. Só sei que não queria que fosse assim, mas não depende só de mim. E tudo ficará melhor, eu sei . Talvez eu deva esquecer que é cedo o bastante para firmar incertezas, e tarde demais para abrir o coração.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

The wind

Eu pude sentir uma leve brisa, que refrescava minha alma, eu pude respirar um ar de coisas boas, novas essências, novos momentos. Esse vento, trouxe coisas como grãos de areia que irritaram meus olhos, trouxe pedras, pequenas, mas que me machucaram. Mas mesmo assim ele voltou a ser puro. Ele voltou a me fazer bem. Eu pude sorrir durante todo esse tempo, e quando eu quis chorar o vento me deu motivos para sorrir. As vezes, cheguei a duvidar que este vento era forte o bastante, mas descobri que nem tudo é frio e triste.
Eu acredito que este vento me fez bem, e sei que é difícil ele voltar, mas te peço desculpa e ao mesmo tempo te agradeço. Eu não queria que esse vento fosse forte  à me derrubar, mas não queria que fosse fraco para eu não parar de sentir. Porém a busca do meio-termo enfraqueceu o vento. E ele passou, eu não vi passar, mas posso sentir sua ausência. Forte e passageiro, foi assim que você foi. Vento, não se importe por eu chama-lo de vento, não sei se é uma comparação inútil ou indiferente. Mas é assim que sinto que você foi, ... como o vento.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

I will never forget, i will never regret.

E sabe de segunda à sexta eu tenho uma rotina. Uma rotina qual enche minha mente, uma rotina que me completa. Talvez uma rotina que seja a parte principal da minha vida. Um tempo que é completo e repleto de pessoas quais eu tenho afinidade, e aquelas que me acham " folgada". Isso é normal. Mas dentro dessa rotina, eu encontrei pessoas maravilhosas. Curtas e longas amizades. Pessoas que eu posso contar nos dedos, pessoas que eu posso contar pra sempre. Mesmo que longe, eu sei, e peço à elas que não se esqueçam de mim, por maior que seja o temporal, e por mais que ele dure.
Fábio Renan, ou Dae Han, como preferir. Eu o agradeço por esses mais ou menos, 6 meses de amizade. Obrigada por me fazer sorrir, por me escutar, por me dar conselhos, por me fazer uma boa ouvinte, por fazer piadas com meus erros gramaticais ou até por atitudes inúteis da minha parte, obrigada. Obrigada até por estar aonde eu ia, ficar as vezes na praça ou até mais tarde na escola comigo, obrigada por estar presente, eu só tenho a agradecer. Me desculpe se te chateei, se fiz piadas toscas e dispensáveis, desculpa se fui burra demais alguma vez, desculpa se te fiz esperar, desculpa se não te esperei, me desculpe por qualquer coisa que tenha te feito mal. Esses 11 meses longe de você, serão difíceis, serão vazios de certa forma, terá um espaço só seu, que só você poderá ocupar. E eu te esperarei, você pode ter certeza. Amizade que nem a sua é rara, é ouro, e nem por isso a vendo! Eu te prometo eternidade, mesmo que tenha passos em vão, olho de um vesgo só, que jesus é pai, ou que meu Deus. Não importa, te garanto que ela só ficará mais e mais forte, e a distância não atrapalha em nada, nem o tempo. A saudade será a maior prova de que o tempo de duração dessa amizade, compensou e muito. Obrigada por eu poder te contar nos dedos, por que os amigos de verdade são assim. O distância nos separara, mas nada irá quebrar isso. Eu juro. Obrigada por tudo Fábio, e me desculpe por tudo. 
Talvez eu deva esquecer que ele vai amanhã e durante 11 meses estaremos separados. Você nos Estado Unidos, e eu aqui no Brasil. Eu te amo, e é a segunda vez, em 5/6 meses que te falo isso, me desculpe se não falei e deixei isso claro, mas pra sempre você será o meu grande amigo. pra sempre! ( Dedicado para: Fabio Renan ou Dae Han )

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Maybe i should forget II ( to be)

É incrível minha capacidade de me auto-destruir.  
Sim, o ódio é próximo do amor, eu posso odiar hoje e amar amanhã. 
Mas talvez eu ame hoje, e odeie amanhã. 
O mundo gira conforme o contexto, e eu sei que ele não vai parar mesmo que eu esteja quebrada. 
Eu ainda continuarei, mesmo que em pedaços.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Talán kéne elfelejteni (twenty-third)

Eu preciso de um tempo só para mim. Um tempo onde todas as luzes se apaguem, e eu possa-me sentir segura. Em um lugar não muito distante, não muito frio. Um lugar onde eu possa escutar o vento batendo nos galhos das arvores, onde o silêncio da minha alma seja o barulho mais alto. Eu não quero muito, eu aprecio a pureza do sorriso, a paz que você pode me dar, e é simplesmente o que eu preciso. Eu não quero ser egoísta, nem uma pessoa fechada, o que eu preciso é de um tempo para mim, um tempo para o mundo em minha volta. A essência talvez não exista agora, ela só pode ser sentida quando você olha no fundo dos meus olhos, e parece até que você pode ler minha mente. Meu orgulho me vedou de diversos momentos, o meu medo me proibiu de diversas formas, mas meu coração ainda bate minha respiração ainda é profunda, minha alma por enquanto é límpida.
Meu pensamento é o mesmo sempre, mas não será o mesmo para sempre, eu sei disso. E por mais que eu saiba da verdade, pelo tempo que for eu sei que vou seguir o meu desejo. Por mais que seja efêmero, louco, incessante,... Eu vou continuar. E nunca vai ser tarde, nunca será  fácil, nem impossível, é só tentar, é buscar, é ao menos crer que posso ter, porque mais tudo, o que me resta sou eu mesma. Eu quero só que as luzes se apaguem, e que mesmo assim, eu possa enxergar os seus olhos, e sentir o seu coração, assim eu fecho meus olhos, e saberei que encontrei minha razão. Só que as luzes se apaguem,... E mesmo assim, eu possa dizer e sentir que te amo. Só isso e mais nada... Talvez eu deva esquecer tudo, exceto o que tenho certeza, mesmo sem ter que ouvir ou falar.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Mungkin aku harus melupakan (twenty-second)

As palavras não aparentam ter sentidos. Aliás, elas não precisam de sentido, somos nós que precisamos de atitudes. Querer fazer diferente, ser diferente, é o que hoje em dia todos buscam. Mas porque?! Porque simplesmente é legal ou descolado?! Ou talvez, o que o orkut diz sobre você?! Que você é 90% legal, 90% sexy e 90% confiante?! Ou você ainda tenta se descrever no “quem sou eu”. Nós não somos dignos de palavras que nos rotulam, porque vivemos mais para agradarmos as opiniões alheias do que as nossas razões. A possibilidade de acreditarmos em nós mesmos é tão mínima quanto não nos iludirmos pelo menos uma vez. E dói ouvir um adeus, sabe aquele adeus que você ouve e percebe que não pode simplesmente fazer nada? Apenas iremos sentar e observar a ida do que achamos que era eterno. E as palavras, mais uma vez, não terão sentido diante de tal situação. Eu queria poder fugir, talvez dizer adeus para tudo, porém nada parece querer me dizer adeus, não consigo me desapegar dos momentos calorosos e cativantes quais vivi. É, eu apenas não deixo-os para trás. E as pequenas coisas, sim, elas fazem a maior diferença. Eu sempre tentei, sempre acreditei que a vitoria viria um dia, por mais que doesse por mais que demorasse por mais que parecesse não ter fim, eu sei e espero até hoje. E o eterno é questão de vida, pois da vida te afirmo três coisas. Você vai chorar, você vai sorrir, e depois de um tempo tudo isso ira com você, embora, pois a morte te espera logo adiante. E eu sei disso, e nem por isso temo. Nem por isso vou deixar de buscar o meu sorriso, porque enfim ele é uma das certezas. Talvez eu deva esquecer o pessimismo e acreditar que posso mais do que penso, pois ainda não sou digna de palavras.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Äkki ma peaks unustama (twenty-first)

As coisas que mais me incomodam, talvez sejam apenas coisas da minha cabeça. Momentos de pensamento vazio, de mente aberta, ou da alma desocupada. Ah não sei, as vezes me perco, não encontro o rumo das palavras, nem o sentido das letras. Sinto que pessoas cada dia que passa, não ligam para os sentimentos, ou se quer acreditam que há uma razão. é muito mais fácil acreditar na sorte, não é?! É muito mais fácil idealizarmos a felicidade, do que acreditar e concretiza-la. É, nós não nos preocupamos em viver o agora, nós temos a preocupação de prever o amanhã. Eu penso em tudo, em tudo que você pode fazer. Esqueço de mim, esqueço do que eu posso fazer. Esqueço de que até pensar demais e fazer pouco faz mal. Sinceramente, o que eu devia esquecer são as evidências. E se isso existe talvez, seja coisa da minha mente desocupada. Tenho medo de me auto-trollar. O pessimismo me consome as vezes. Eu sei, vou deixar isso de lado, e amar o vicio já é passado. Fugir do Mundo, esquecer de tudo. E apenas, amar. Amar tudo, amar até os seus defeitos. Porque mesmo que isso possa doer, eu sei que pelo menos naquele momento vou ser feliz, pelo menos ali... Talvez eu deva esquecer de tudo, até de você. Mas de você, eu não consigo.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

B'fhéidir gur cheart mé dearmad ar (Twentieth)

O meu erro talvez seja preve-lo. Deveriamos parar para pensar, deveriamos agir de forma que nossas palavras fizessem sentindo, ou apenas que nossos principios não nos atrapalhassem tanto. Eu deveria ter se alegrado mais, eu deveria ter vivido mais, porém o medo da queda foi maior. Eu deveria não ter ligado, eu deveria ter deixado de lado, mas eu sabia que eu me importava. Eu deveria ter dado valor, eu deveria não ter medo da dor, porém a cautela existiu. Eu deveria ter chorado menos, eu deveria ter aproiveitado mais, eu deveria reclamar menos, eu deveria aceitar mais, mas é dificil você crer sem ver, você acertar sem antes errar. Eu deveria de todas as formas demonstrar o amor, eu deveria buscar a felicidade, eu deveria não ter medo de falsidade, porque o que o mundo tem pra me oferecer é ela, e em excesso. Eu deveria acertar nos passos, escolher os lados, eu deveria de todo jeito crer na verdade, mas é dificil você viver na surrealidade. Eu deveria ter me exposto mais, eu deveria ter proferido mais, eu deveria não ter medo da efêmeridade, pois se é assim, eu vou ter que aceitar, o mundo não é feito só do que eu gosto. Eu deveria ter de diversos modo mais juízo, mas ele foge de mim em alguns momentos, eu sei, eu deveria procura-lo, mas é quando eu to sem ele que me sinto bem, é quando eu to sem ele, que eu sei quem realmente eu sou, eu sei eu deveria temer as palavras, ou elas me engoliram, mas eu não as temo. Eu deveria me preocupar mais comigo mesma, eu deveria sorrir independente de como ou com quem, eu deveria ser mais que qualquer uma, mas não eu me igualo em atitudes, e tento supera-las com palavras. Mas e daí se a vida me fizer perder denovo!? eu vou ter que levantar e continuar de qualquer forma, não importa que eu esteja quebrada, o mundo não vai parar para me curar. Mais do que as palavras podem dizer, mais do que você pode entender, eu ao menos não sei me definir. Talvez eu deva esquecer a duvida, ao menos agora, eu vou deixa-la de lado, e se tiver que acontecer eu hei de não me importar.