"> Mudar nome.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Maybe, i didn't forget

Eu deveria esquecer de tudo que  aconteceu. Deveria esquecer teus olhos de ressaca, tua voz rouca e as palavras que saiam atrapalhadas de tua boca. Deveria esquecer, seu sorriso de canto de boca, teu jeito de andar, o seu modo de me abraçar. Eu deveria esquecer, o teu alô do celular, a sua memória fraca, o seu perfume fluindo, o seu sorriso perto do meu sorriso, a sua indecisão, e talvez até seus defeitos eu os tornei qualidades. Esquecer as tardes inteiras atoa, esquecer dos seus olhos profundos e cheios de sensações indecifraveis. A sua risada falhada, o seu jeito de arrumar o cabelo, ou até não arruma-lo, ... apenas colocar o chapéu. Eu deveria esquecer a sensação de que há alguém me esperando quando vou sair, eu deveria apagar nossas fotos e mensagens, eu podia até esquecer que quando o anoitecer chegou foi ali que tudo acabou, eu apenas não deveria sentir saudades. Na verdade foi ontem que lembrei do que aconteceu, e diante das suas promessas a lágrima escapou. Eu sei que a culpa não foi minha, e sei que talvez não seja sua, mas meu orgulho é besta, e creio que não há arrependimento em dizer que você passou e não volta mais, e eu  não quero que volte. Eu estou vivendo bem sem você, porém ainda não deixei você para trás. Já não é saudade, porque talvez, chorar por ti não valeu a pena, ... eu já não sei descrever o que é. São apenas lembranças que o vento trouxe, e devia ter levado contigo, mas algumas ficou pelo caminho, e voltaram para me atormentar.

"... e fotografias agente tirou, de momentos que eu não vou mais esquecer, da gente a tarde inteira, olhando a tarde inteira passar, até o anoitecer, ... "

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

The life without the sun.

Minha vida esta passando de acordo com os ventos impulsionados para o norte. Apesar de insinuar mudanças na sua trajetória, sei que eu ainda sou a mesma menininha bobinha de sempre. Mesmo que a mente seja madura, ainda resta inocência, e talvez só os olhares mais detalhosos, percebam, isso. Ainda aquela garota do sorriso fácil, aquela que por mais que o mundo desmorone ainda será capaz de sorrir pelo menos por fora. Ainda sou aquela garota que acha que só o tempo trará o que realmente a alma procura, ainda aquela garota que chorou por um erro, e talvez ainda insista nele apenas por afeto, ... e quem sabe um dia por amor. Ela, por mais indecida que seja ainda é convicta de tudo que aconteceu e vai acontecer. Sua infantilidade chega ao ponto de sonhar ao olhos abertos, e capaz de aceitar a realidade de modo que, tudo se feche e diante da escuridão ela se encontre. Ela, ainda acredita que a chuva é sinal de pureza da alma, e que a lua é o renascimento de cada ser de formas diferentes por fora, as por dentro sempre o mesmo ser. De tudo ela ainda busca três coisas, mas onde estão? Como estão? E como encontra-las? ... Ela ainda não sabe como, porém é apenas o inicio do recomeço. Ela gostaria de voltar tudo a ser como era antes, mas o caminho é longo, e já não compensa, não mais. Assim, pretende seguir o caminho mais difícil, porém superavél,  e mesmo que doa saber, o passado é o que ela tem de mais seguro, porém já não volta mais, e ela aceita o presente, mas ele não a satisfaz. Do possível ela já enjoou, ela apenas quer esquecer os erros, e apenas aceita-los por mais complicado que seja. Ela ainda insiste em amar, mas ainda não sabe o que é amor. A vida sem o sol, a vida sem clareza. A vida e a falta de correspondencia. Sim, nós dependemos do sorriso de quem criamos afeto, dependemos do olhar, ... do sentimento, e por mais que ela te faça chorar você perdoa porque seu afeto por ela é maior que a dor.  E uma hora, você descobre que isso passa, e se sente um bobo por ter feito todas aquelas loucuras em vão. Nada é para sempre, apenas o que é de verdade morre com você. As mentiras ficaram para traz no mundo, onde elas correm soltas, cuidado para não cair em nenhuma, pois dói descobrir a verdade, dói sair da ilusão. Nesse mundo de mentiras, só os fortes e verdadeiros sobreviverão.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

When the rain comes...

Talvez tudo seja como a chuva. Eu sempre soube que uma hora ela aparece, mas depois ela some, por muito ou pouco tempo, e ela volta. Fraca ou forte, ela me atinge. Prolongada ou passageira, eu vou sentir. Leve ou pesada, ela poderá me derrubar. Fria por fora, calorosa quando bem aproveitada, harmoniosa, não apenas uma chuvarada. Ela pode purificar sua alma, ou acalmar seus ânimos, mas apenas ela trará a esperança do sorriso novamente, e quando ela for assemelhada a lágrima, ela levará embora a dor, apenas não a trate como malefício
De tudo eu sei que restarão três coisas, porém não sei definir quais três coisas, hoje eu creio em um ideal, amanhã esse ideal pode ser tornar inútil, e assim eu amadurecerei e buscarei outro caminho. Eu procuro definir em palavras, mas já não encontro as palavras para serem definidas. Mas já sinto que tudo passou, e agora posso sorrir e ter paz. Mais do que tudo, mais do que antes, lhe garanto que um busquei um alguém, porém esse alguém não existiu, não dentro de você. Hoje procuro um outro alguém, mas vou deixar que o tempo guarde este alguém para mim, não importa se vai ou não demorar, mas até lá eu vou esperar. Sei que será preciso errar, e logo reconhecer o erro para não perder tempo denovo, porque chorar duas vezes pelo mesmo fato, já é falta de maturidade. Eu apenas quero lhe dizer que, se você se importa ou não, eu já não quero nem te ver, porque a indiferença te rodeia. E minha alma, já esta em paz comigo mesma. Obrigada chuva, ... obrigada por levar embora contigo a dor do erro, e trazer pra mim o sorriso, por mais que efêmero

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

I walked alone and barefoot

Ela idealizou tudo, os sorrisos, as lágrimas, o apego... Ela correu de tudo, da dor, do receio, do medo. Ela viveu de tudo, a perda, a vitória, o desprezo. Ela tentou de tudo, fugir, mentir, escapar. Ela sonhou até de olhos abertos. Mas ela nunca se escondeu da realidade. Ela tem medo do passado sumir, pois é nele que ela se sente segura. Quando ela o recorda, sai desse mundo, ... mas então, lembra que é passado, e já não o tem. Ela entra em desespero quando percebe que o presente não a satisfaz. Ela perdeu tudo o que tinha. O pouco era o tudo, ela apenas precisava te ver sorrir, e o seu sorriso sumiu. Ela apenas precisava dos antigos amigos, das antigas piadas, mas ela já não encontra os mesmos amigos, alguns ficaram pelo caminho, e as piadas talvez já não tenham mais graça. Ela apenas te amou tanto, e hoje não sabe se foi amor, ou se foi apego. Só que ela garante, esse amor, ou apego, não vai passar rápido, não vai passar devagar, vai passar enquanto ela estiver pensando nisso. Não é fácil para ela, perder um dos seus motivos, assim, da noite para o dia. Mas ela já garantiu o sorriso dela, mesmo que você não esteja por perto para abraça-lá. Ela apenas quer saber, quando a vontade de correr para você, e você tiver a esperando, vai passar... apenas a brisa batendo no rosto dela, já não a acalma mais, juntamente com as lágrimas vai a dor, e junto com a dor ela quer que vá você. Apenas o passado, que não é seguro, é escuro e medonho. ela quer te esquecer, mas você não quer sumir da vida dela. 

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Learning to live without the moon

Eu estive pensando nas consequencias... Elas existiram? pelo menos para mim, sim. Talvez, tudo isso seja apenas o inicio, ou apenas um ato.
Eu observei a lua, ... é nela que confio. Sei que ela volte no outro dia, independente do que aconteça, sei que ela mudará, porém ainda será a mesma, sei que ela ilumina a escuridão por mais deserto que esteja. Eu aguardo o entardecer, aguardo o escurecer, e logo vejo surgir, e clarear, eu a olho e sei que nunca estou perdida, sinto que pode me ouvir, mesmo sem poder falar. E de lágrimas ela esta húmida, porém não me da motivos para chorar. Lua, porque você sempre esta ai? O mundo esta em guerra, ... e você continua a observar. Me acalme sempre, estou segura de que você volta,... eu sei. E quando a névoa a cobre, demora pouco para ela se livrar. Mas a minha Lua já não é mais assim. Agora, ela esta clara, e bem visível, e apenas me traz o sorriso, mas ela esteve quase imperceptível, eu a procurei e cheguei a dizer que ela havia me abandonado, mas não, ela sempre esteve ali. Eu que criei a névoa, ... e sei que posso soprá-lá. Porém, Lua, te peço que não se esconda atrás das nuvens, não deixe que a escuridão lhe apague, ou que a névoa volte, pois já não tenho o vento para sopra-lá para longe. Continue assim, nítida e clara, por favor. E dentre as simbologia, não creia nelas, creia em si, acredite que indiferente do que aconteça a essência é sempre a mesma, você estando só ou não, e que as estrelas apenas brilham, e perto de você elas se tornam pequenos detalhes. Eu pude crescer diante das lágrimas, e vejo que agora que mudei sou capaz de enxergar a verdade, por mais distinta que seja. Já não preciso de alguém aqui, ... na verdade, ... eu ainda não me acostumei sem esse alguém, por mais que demore eu sei que tudo foi uma breve história que deve ser deixada para trás.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

The Sun Goes Down

Eu tentei comparar a vida com diversas coisas. E percebi que não adiantaria comparar. Viver em um mundo onde todos querem ser melhores que todos, onde tudo parece irreal visto de fora, mas você só sabe a verdade, quando esta la no meio. De fato, não somos capazes para julgar uns os outros, e também não somos capazes de errar e reconhecer o erro. Somos vitimas do acaso, e consumidos pela perfeição. Um mundo para fracos, onde eles justificam a derrota com um erro, onde eles também acham que dinheiro se tornou sinonimo de felicidade. Apenas te digo, que ser constante e firme nas suas palavras já é necessario. Erre duas vezes se preciso, mas não desista duas vezes por medo do acaso. Em um mundo onde homens e mulheres se escondem atras de um copo de bebida. A verdade é que, homens e mulheres são aqueles que vivem com amor a vida, são aqueles que não justificam erros com problemas, ou não arranjam problemas para encobrir os erros. Apenas condiza com oque você diz, e ame com toda força que puder, pois a vida é mais que uma grande balada, a vida é feita de fortes para fortes, não se torne um fraco, não se torne mais nessa corrida infernal e sem fim. Apenas não aceite as coisas como são, faça delas as melhores possiveis, é como tentar unir o nascer e o por-do-sol, apenas feche os olhos e imagine.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Three Words

Eu procurei três palavras para me definir. procurei nos meus atos, e encontrei o jeito que machuquei as pessoas com a verdade com o medo de iludi-las. procurei nos meu sentimentos, e lembrei de quando eu realmente gostei de alguem e não fui correspondida. procurei nas minhas amizades, e pensei naqueles que eu criei confiança e eles a destruiram. procurei nas lagrimas, e apenas encontrei a dor da perca. procurei até no seu sorriso, mas lembrei que ele fugiu. procurei no meu passado, mas lembrei que é passado, não faz sentido eu basear-me nele. procurei em todas as verdades que enfrentei mesmo que tenham me machucado, e encontrei a minha base. A verdade é que não existem coisas para nos definir, atos e sentimentos, são ação e reação. hoje nós podemos até achar que é facil, mas eu duvido que depois essas três palaras serão as mesmas, e duvido até que eu serei a mesma, pois sim, o tempo me faz e me fez mudar de opinião. obrigada, se alguma vez você me fez chorar, ou me chateou, apenas agradeço-lhe, pois a vida, é mais que isso, você apenas me fez crescer. Simplesmente, eu estou apenas aprendendo a viver. 

terça-feira, 7 de setembro de 2010

The Garden of Roses

Imagine-se em um jardim. Sente-se na grama, feche os olhos, sinta a brisa... Ouça o barulho do vento, tente dormir, porém se sentirá incomodado pelo sol nos olhos, mesmo eles estando fechados. Abra os novamente. Olhe para o céu, e encontre a sua paz, o céu esta azul, está puro. Levante-se, olhe aos lados, veja que não há ninguém olhando para você, ande ao lado da roseira, e pegue uma rosa, porém tenha cuidado, a rosa por mais bonita, perfumada e atraente ela tem espinhos, e ela os tem para espantar os predadores. Sim, ela também tem medo de morrer. Segure a, e imagine que o amor esta em suas mãos, mesmo podendo te ferir com os espinhos, ele aparenta ou simplesmente te traz paz. E já não importa o que os outros digam, por mais que a rosa pareça murcha, ou esteja esbranquiçada, para você, aos seus olhos, ela ainda é a rosa mais pura e mais bela, e você sabe que se um dia ela morrer, você voltará a este jardim, e então encontrará outra, e se acontecer de novo, se você se machucar com os espinhos, ou ela murchar antes de você cultivá-la, você se apresentara em um jardim novamente, até que então você encontrará a sua rosa, ela terá imperfeições, mas para você serão apenas detalhes que a tornam única. Apenas tome cuidado, para até lá não se arranhar demais entre as rosas, machucar-se e não conseguir escoar o sangue, apenas tome o devido cuidado. E não se iluda, pois ela também terá o medo de morrer, e você pode até mata lá. Torne as idas ao jardim, uma experiência, um recomeço, e até a chegada ao fim, porém não se esqueça quem mata também pode morrer. Cultivar talvez seja o segredo da sua rosa, ou do seu amor.