quarta-feira, 14 de julho de 2010
Beharbada, ahaztu egin behar dut (eighteenth)
terça-feira, 13 de julho de 2010
Bəlkə, unutmaq lazımdır (seventeenth)
domingo, 11 de julho de 2010
Miskien moet ek vergeet (sixteenth)
Eu errei, eu sei. Eu procurei algo que talvez nunca existisse. Minha vida sempre foi feita de objetivos, eu não vi que os objetivos se tornaram minha vida. E hoje vivo além de qualquer perspectiva, não sinto necessidade de esbarrar meus sentimentos, mesmo quando efêmero. Sonho além de qualquer realidade, mas vivo além de qualquer idealidade. Sorrio além de qualquer tristeza, choro mesmo que de alegria. Busco além do impossível, porque do possível já estou enjoada. Tenho atitudes além de palavras, porque sinceramente eu cansei de apenas ouvir. E o arrependimento não existe, o que existe são as conseqüências, mesmo que tristes elas sejam, são para algo chamado de “nosso bem”. Se acostumar a perder?! Isso não existe, o que existe é a desistência, que quando usada em vão não ajuda. Viver de loucuras, provar as piores essências, sentir os melhores sentimentos, e as piores dores. Experiências eternas, medo inexistente, porque sorrir é independente. Viver se resume em intensidade, se resume em amor a vida. Se você ama você vive, mas se você ama intensamente é eterno. Porque ter juízo só os fracos precisam, pois viver é maior que qualquer raciocínio. Talvez eu deva esquecer o que me machucou, isso é pequeno demais para as minhas fortes emoções.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Potser hauríem d'oblida (fifteenth)
Eu poderia ter desistido, mas preferi correr atrás. Eu poderia ter derramado lágrimas, mas preferi segurá-las com o sorriso. Eu poderia ter dado diversas desculpas, mas preferi encarar os fatos. Eu poderia ter mentido, mas preferi sofrer com a verdade. Eu poderia não ter sonhado, mas preferi me iludir. Eu poderia ter ouvido opiniões alheias, mas preferi ser eu mesma. Eu poderia ter evitado, mas preferi arriscar. Eu poderia não ter te amado, mas preferi me entregar. Eu poderia não chorar, mas preferi deixar as lágrimas lavarem a dor. Eu poderia não me arrepender, mas preferi não pensar nas conseqüências. Eu poderia não sentir saudades, mas preferi fazer valer à pena. Eu poderia ter sentido todas as essências, mas preferi sentir o medo. Eu poderia ter fugido, mas preferi ficar pra assistir o fim. Eu poderia errar de novo, mas preferi aceitar a experiência. Eu poderia acreditar nas hipóteses, mas preferi trabalhar com as certezas. Eu poderia ter muitos colegas, mas preferi os verdadeiros amigos. Eu poderia chorar ao ouvir um não, mas preferi não dar atenção. Eu poderia querer um anjo, mas preferi ser o seu. Eu poderia acertar ou errar, escolher ou optar, mas sinceramente eu preferi ouvir o meu coração. Talvez eu deva esquecer que de sentimento o dicionário não entende nada.