Eu ficar zonza até enxergar
Duas imagens sua na minha frente
Tentar te agarrar e conseguir
por estar inconsciente.
E ao exalar cheiro de bebida estragada
Da mais forte e pura ressaca
acordar só depois de esquecer
A queimação da ilusão ao beber só para encontrar você.
Eu quero me sedar
Para me poupar de você
Me poupar para não te ver
Fugir de cada copo vazio
Já que se não tem com o que fingir
Eu desisto de tentar por você
Te perdi sem fazer nada
Te encontrei na primeira tragada
Me desiludi sem saber onde estava
Bebi para entender o porquê
Me afundei mais sem querer.
Te encontrei na primeira tragada
Me desiludi sem saber onde estava
Bebi para entender o porquê
Me afundei mais sem querer.
A culpa é sua,
Agora não vejo nada nem ninguém
Não consigo gostar de alguém
Me tornei o mais puro lixo
No momento sou desnecessária.
Quero matar minha sede
Quero me iludir um pouco mais
Sustente meu vicio, se aproxime
Do meu ódio você não se desfaz
Mexeu com alguém entorpecida
Agora quero ver aguentar a voz rouca
O bafo de pinga
De alguém que quer se vingar.
Agora não vejo nada nem ninguém
Não consigo gostar de alguém
Me tornei o mais puro lixo
No momento sou desnecessária.
Quero matar minha sede
Quero me iludir um pouco mais
Sustente meu vicio, se aproxime
Do meu ódio você não se desfaz
Mexeu com alguém entorpecida
Agora quero ver aguentar a voz rouca
O bafo de pinga
De alguém que quer se vingar.