segunda-feira, 2 de agosto de 2010
B'fhéidir gur cheart mé dearmad ar (Twentieth)
O meu erro talvez seja preve-lo. Deveriamos parar para pensar, deveriamos agir de forma que nossas palavras fizessem sentindo, ou apenas que nossos principios não nos atrapalhassem tanto. Eu deveria ter se alegrado mais, eu deveria ter vivido mais, porém o medo da queda foi maior. Eu deveria não ter ligado, eu deveria ter deixado de lado, mas eu sabia que eu me importava. Eu deveria ter dado valor, eu deveria não ter medo da dor, porém a cautela existiu. Eu deveria ter chorado menos, eu deveria ter aproiveitado mais, eu deveria reclamar menos, eu deveria aceitar mais, mas é dificil você crer sem ver, você acertar sem antes errar. Eu deveria de todas as formas demonstrar o amor, eu deveria buscar a felicidade, eu deveria não ter medo de falsidade, porque o que o mundo tem pra me oferecer é ela, e em excesso. Eu deveria acertar nos passos, escolher os lados, eu deveria de todo jeito crer na verdade, mas é dificil você viver na surrealidade. Eu deveria ter me exposto mais, eu deveria ter proferido mais, eu deveria não ter medo da efêmeridade, pois se é assim, eu vou ter que aceitar, o mundo não é feito só do que eu gosto. Eu deveria ter de diversos modo mais juízo, mas ele foge de mim em alguns momentos, eu sei, eu deveria procura-lo, mas é quando eu to sem ele que me sinto bem, é quando eu to sem ele, que eu sei quem realmente eu sou, eu sei eu deveria temer as palavras, ou elas me engoliram, mas eu não as temo. Eu deveria me preocupar mais comigo mesma, eu deveria sorrir independente de como ou com quem, eu deveria ser mais que qualquer uma, mas não eu me igualo em atitudes, e tento supera-las com palavras. Mas e daí se a vida me fizer perder denovo!? eu vou ter que levantar e continuar de qualquer forma, não importa que eu esteja quebrada, o mundo não vai parar para me curar. Mais do que as palavras podem dizer, mais do que você pode entender, eu ao menos não sei me definir. Talvez eu deva esquecer a duvida, ao menos agora, eu vou deixa-la de lado, e se tiver que acontecer eu hei de não me importar.
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